
Quando se sente um certo turbilhão de sons... porém imerso num silêncio cristalino... que por vezes se torna turvo... um silêncio perturbado que anseia por ar...
Sempre a ânsia...
Chegar a uma estação qualquer... e andar entre os demais, entre os mesmos, entre os iguais... entre os de sempre, porém desconhecidos...
Andar, andar até que a vontade por algo faz parar e procurar um banco... onde pousar a mochila, e sentir apenas o silêncio louco e agitado...
Vontade de questionar... com um bloco de notas numa mão e um lápis de carvão na outra... anotar todos os pensamentos, ideias, filosofias... na ânsia de não esquecer...
Sempre a ânsia...
A vontade de mais... num silêncio transtornado...
Sem comentários:
Enviar um comentário