sexta-feira, 1 de julho de 2011

Papel para deitar fora

Escrever, escrever... aquele escrever de amachucar o papel no fim e deitar fora...

O pensamento aqui e já... distante e presente... preso ao olhar perdido pensando no tudo e em nada... ao mesmo tempo...

O tempo que passa... o tempo... que não espera... porque esperar então por algo que não faz parte do tempo real...? A que tempo pertence o sonho? O que é o sonho senão a projecção de vontades presentes e adiadas?

Pensante...

A crítica sempre presente, sempre a tentar perceber qual o degrau, a prateleira, o ramo em que existe tudo em volta... a que distância está a mudança, o buraco, o suor, o choro, o riso... o vento que passa rápido e torbulento pelos cabelos... o sol forte que faz fechar os olhos... a chuva que arrepia e conforta...

Onde? Onde existe o agora? Onde são reais as vontades?

Hmm... está tudo aqui... perto, simples e aqui...

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