Partir...
para ser,
para não estar,
para ficar...
para sentir,
para ouvir,
para gritar...
para ver,
para querer,
para tocar...
para crescer,
para correr,
para cheirar...
Partir, sem olhar para trás...
quinta-feira, 14 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Silêncio

Quando se sente um certo turbilhão de sons... porém imerso num silêncio cristalino... que por vezes se torna turvo... um silêncio perturbado que anseia por ar...
Sempre a ânsia...
Chegar a uma estação qualquer... e andar entre os demais, entre os mesmos, entre os iguais... entre os de sempre, porém desconhecidos...
Andar, andar até que a vontade por algo faz parar e procurar um banco... onde pousar a mochila, e sentir apenas o silêncio louco e agitado...
Vontade de questionar... com um bloco de notas numa mão e um lápis de carvão na outra... anotar todos os pensamentos, ideias, filosofias... na ânsia de não esquecer...
Sempre a ânsia...
A vontade de mais... num silêncio transtornado...
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Papel para deitar fora
Escrever, escrever... aquele escrever de amachucar o papel no fim e deitar fora...
O pensamento aqui e já... distante e presente... preso ao olhar perdido pensando no tudo e em nada... ao mesmo tempo...
O tempo que passa... o tempo... que não espera... porque esperar então por algo que não faz parte do tempo real...? A que tempo pertence o sonho? O que é o sonho senão a projecção de vontades presentes e adiadas?
Pensante...
A crítica sempre presente, sempre a tentar perceber qual o degrau, a prateleira, o ramo em que existe tudo em volta... a que distância está a mudança, o buraco, o suor, o choro, o riso... o vento que passa rápido e torbulento pelos cabelos... o sol forte que faz fechar os olhos... a chuva que arrepia e conforta...
Onde? Onde existe o agora? Onde são reais as vontades?
Hmm... está tudo aqui... perto, simples e aqui...
O pensamento aqui e já... distante e presente... preso ao olhar perdido pensando no tudo e em nada... ao mesmo tempo...
O tempo que passa... o tempo... que não espera... porque esperar então por algo que não faz parte do tempo real...? A que tempo pertence o sonho? O que é o sonho senão a projecção de vontades presentes e adiadas?
Pensante...
A crítica sempre presente, sempre a tentar perceber qual o degrau, a prateleira, o ramo em que existe tudo em volta... a que distância está a mudança, o buraco, o suor, o choro, o riso... o vento que passa rápido e torbulento pelos cabelos... o sol forte que faz fechar os olhos... a chuva que arrepia e conforta...
Onde? Onde existe o agora? Onde são reais as vontades?
Hmm... está tudo aqui... perto, simples e aqui...
Subscrever:
Comentários (Atom)