Nada parece desconhecido e, no entanto, é distante...
a
viagem de regresso ao início... para poder limpar tudo e começar
naquele ponto em que se sente cada partícula, a sua textura, o seu
cheiro
ir ao início e sentir aquele crescente em que o que está para vir é sempre mais
ouvir o som das folhas que se agitam e perceber o vento que lhes toca, ou a ave que agitou as suas penas
tocar no chão, tocar na terra molhada, nas gotas frias pousadas na relva à espera que algo as leve até à terra
as ervas daninhas que teimam em ser mais fortes e seguem o seu caminho, traçado por si mesmas
sentir os espinhos de uma roseira que anseia pelo toque
e por fim olhar em volta, as árvores, o céu... a ave que voa lá no alto...imperturbável
voltar a descobrir o conhecido
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